MACHO LUTINO INTENSIVO X FEMEA AMARELA NEVADA
sexta-feira, 19 de março de 2010
EVOLUÇÃO DA RAPAZIADA
Depois de muitos ovos brancos, pelo menos as femeas estão a alimentar bem
Para femeas SATINÉ nada mal
sexta-feira, 5 de março de 2010
PRIMEIROS DE 2010
Já estava a desesperar com tanto ovo branco, nunca tive um ano assim no principio das criações, mas lá vieram os primeiros pardais de 2010, já se vê que são dois amarelos e dois lutinos
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Como reduzir a mortalidade durante a época de criação dos canários
São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorrectas. Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
a) As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
a) Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
b) Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
c) Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
d) Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.
Enrique Moreno Ortega - Veterinario especialista en Aves
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
a) As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
a) Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
b) Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
c) Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
d) Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.
Enrique Moreno Ortega - Veterinario especialista en Aves
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
PREPARAÇÃO PARA ACASALAR
Vem ai a época de criação e todos os criadores se preocupam com a preparação dos seus reprodutores. Neste aspecto tenho que dar a mão à palmatória, pois durante muitos anos fiz a preparação ministrando anti-bióticos que considerava serem preventivos em relação a determinadas doenças. Hoje reconheço que todos os criadores, que tantas vezes contrariei, que defendem a não utilização de anti-bióticos como preventivos tinham toda a razão. Desde que deixei de intoxicar as aves comecei a obter muito melhores resultado e a ter aves mais saudáveis. Penso que este sucesso se deve em grande parte à alimentação, principalmente das fêmeas. Durante a muda e até à aproximação da reprodução, tenho as aves em espaços grandes, onde podem voar livremente e banharem-se. Neste período a alimentação é feita à base de sementes e verduras com um complemento de proteína animal. Dado o esforço que as aves têm durante a muda, regularmente administro um complexo vitamínico que seja rico em aminoácidos (essenciais para a renovação das penas). Quando de aproxima a reprodução retiro os machos das voadoras e coloco-os em gaiolas isolados, com uma alimentação normal, onde desenvolvem o cio. As fêmeas requerem mais atenção, mudando-as para voadoras mais pequenas, onde permanecem juntas. A sua alimentação é diferente pois têm de ser preparadas para a função de formação e postura dos ovos. Embora as sementes sejam a base dessa alimentação, não podem ser esquecidas as necessidades de cálcio, fósforo e proteínas, dando uma a duas vezes por semana papa, o que vou aumentando à medida que se aproxima a reprodução. Por vezes as coisas simples são as mais eficazes e naturalmente temos tendência a complicar pois queremos fazer tudo pensando que é o melhor.
PROBLEMAS QUE NOS AFECTAM A TODOS (COM NOSSAS AVES)
Todos nós enfrentamos constantemente situações em que as nossas aves apresentam um estado mais débil. Quando isso acontece é frequente cometermos um número enorme de erros. Se já lemos algumas coisas em livros da especialidade somos levados a diagnosticar o problema. Se não temos grande experiência vamos aos nossos fornecedores e tentamos apresentar os sintomas da ave para que ele nos venda um milagre. Outras vezes dizemos que a nossa ave está embolada por isto ou por aquilo nos fóruns da internet e aparecem imediatamente mil e uma soluções que provavelmente só complicarão a situação por serem desajustadas. Mas o que é mais prejudicial, é que, por conselho deste ou daquele que consideramos muito credenciado, fazemos uma prevenção das aves que não é mais do que uma intoxicação ou, o que é ainda pior, submetemos as aves a químicos que quando necessitarem já não terão o mesmo efeito. Durante todos estes anos que me dediquei à criação de canários fui também cometendo todos esses erros e chego hoje a uma conclusão. Não sei nada ou simplesmente sei pouco, no entanto uma coisa extremamente importante já aprendi. Quando uma das nossas aves apresenta um problema só uma pessoa especializada poderá encontrar a solução. E essa pessoa especializada é um veterinário. Afinal se gostamos das nossas aves e se queremos o melhor para elas, porque é que não fazemos como quase todos os criadores dos restantes animais, consultando as pessoas especializadas, para deixarmos de ser simplesmente uns curandeiros que na grande maioria das vezes apenas complicamos.
No entanto as nossas experiências serão sempre úteis e até os veterinários lucrarão com elas, na medida em que sendo as pessoas especializadas, mais facilmente entenderão as reacções que poderão surgir.
No entanto as nossas experiências serão sempre úteis e até os veterinários lucrarão com elas, na medida em que sendo as pessoas especializadas, mais facilmente entenderão as reacções que poderão surgir.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
COMO LAVAR OS CANÁRIOS PARA OS CONCURSOS
Quanto maior for a divulgação e maiores conhecimentos forem adquiridos, só beneficiaremos a Ornitologia além-fronteiras.Os criadores de canários que apostam seriamente nas exposições de maior prestígio,preparam as suas aves com grande antecedência e para isso utilizam o banho nos seus canários com alguma perícia e técnica, utilizando produtos inovadores para tornarem as suas aves mais atraentes na altura dos julgamentos.
Cada vez mais descobrimos novos produtos, pondo de parte o tradicional champôJohnson para bebés, pois muito embora tenha efeitos positivos, não produz o brilho desejado e, ao mesmo tempo, não evita a acumulação de pó na plumagem aquando do transporte para o local do evento.Como entendo que este fórum serve para elucidar os criadores com a única intenção de contribuir para o melhorar do aspecto exterior das nossas aves, eis a fórmula utilizada pelos campeões de Brancos recessivos e não só:
1- Dez dias antes da exposição procede-se à lavagem dos canários que vão a concurso;
2- Preparar 3 recipientes com água tépida ;
3- No 1º recipiente juntar a 1 litro de água o produto ou produtos indicados na alínea b)do nº 6 ;
4- Com um pincel de barba lavar os canários ;
5- No 2º recipiente juntar a 1 litro de água 5 a 10 ml de vinagre de maçã (produtobiológico) para eliminar os resíduos da lavagem com o produto referenciado no ponto nº3 (o vinagre de maçã tem que ser aquele que no rótulo tem as maçãs inteiras) ;
6- O 3º recipiente, ou seja a nossa terceira lavagem em 1 litro de água tépida, duasmedidas de glicerina para dar o brilho e a luminosidade às penas do canário e realçar a cor.Nota importante:a) Colocar as aves a uma temperatura entre 26º e 30º (processo de secagem)B) Este processo volta a ser efectuado na véspera da entrega das aves na exposição.Produtos a utilizar:-Super White (pó branco)-Briljant (shampoo)
Carlos Almeida Lima(Juiz Internacional CNJ-OM)
Cada vez mais descobrimos novos produtos, pondo de parte o tradicional champôJohnson para bebés, pois muito embora tenha efeitos positivos, não produz o brilho desejado e, ao mesmo tempo, não evita a acumulação de pó na plumagem aquando do transporte para o local do evento.Como entendo que este fórum serve para elucidar os criadores com a única intenção de contribuir para o melhorar do aspecto exterior das nossas aves, eis a fórmula utilizada pelos campeões de Brancos recessivos e não só:
1- Dez dias antes da exposição procede-se à lavagem dos canários que vão a concurso;
2- Preparar 3 recipientes com água tépida ;
3- No 1º recipiente juntar a 1 litro de água o produto ou produtos indicados na alínea b)do nº 6 ;
4- Com um pincel de barba lavar os canários ;
5- No 2º recipiente juntar a 1 litro de água 5 a 10 ml de vinagre de maçã (produtobiológico) para eliminar os resíduos da lavagem com o produto referenciado no ponto nº3 (o vinagre de maçã tem que ser aquele que no rótulo tem as maçãs inteiras) ;
6- O 3º recipiente, ou seja a nossa terceira lavagem em 1 litro de água tépida, duasmedidas de glicerina para dar o brilho e a luminosidade às penas do canário e realçar a cor.Nota importante:a) Colocar as aves a uma temperatura entre 26º e 30º (processo de secagem)B) Este processo volta a ser efectuado na véspera da entrega das aves na exposição.Produtos a utilizar:-Super White (pó branco)-Briljant (shampoo)
Carlos Almeida Lima(Juiz Internacional CNJ-OM)
SATINÉ BRANCO
Estas aves são da raça de canários que mais admiro
Vou tentar tirar mais aves destas este ano, porque para mim são canarios com uma beleza inigualável
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
AQUI FICA UM ESTUDO SOBRE IVOMEC
0 uso do Ivomec na criação de aves ornamentais começou como o de vários outros medicamentos, como antibióticos, antiinflamatórios, etc.: com adaptações de fármacos produzidos para mamíferos como cães, bovinos e até mesmo humanos, ou da avicultura de produção, onde considerando-se os pesos das aves, as doses são altíssimas.
A rigor esta atitude não é condenável pelo fato de que naquela época e até mesmo hoje haver uma carência de medicamentos específicos para passeriformes. Essa prática pode e até deve continuar por facilitar o tratamento de nossas aves, porém, se algumas observações básicas não forem feitas, isso pode levar ao fracasso, o melhor plantel do mundo.
A ivermectina (Ivomec está no mercado desde 1981 e até hoje é um dos antiparasitários de maior sucesso no tratamento de endoparasitas (nematóides), ectoparasitas (ácaros e piolhos sugadores). Isto se deve por sua ação particular no sistema nervoso (GABA) dos parasitas, o que dificulta o aparecimento de resistências. Por essa capacidade de ação no sistema nervoso, começou-se a estudar uma possível ação, do fármaco no sistema nervoso dos hospedeiros (aves, bovinos, cães, etc.). detectando-se alguns efeitos colaterais em algumas raças de cães e também em animais que receberam superdosagem. Esses efeitos colaterais variam de incordenação motora e tremores transitórios, perda de fertilidade por algum tempo em mamíferos até mortes em alguns casos.
Devido à carência de estudos a respeito do uso e efeitos colaterais de ivermectina em aves, decidimos desenvolver um trabalho específico, em conjunto com o departamento de Farmacologia, Toxicologia e Patologia da USP, patrocinado pelo CNPq. Este trabalho ainda está em andamento sob os estudos da Dra. Camila G. Pontes (formanda da USP), e a cada nova fase, mais subsídios são somados aos resultados demonstrados a seguir:
II - Objetivos
A intenção de se tratar a ação e os possíveis efeitos colaterais da ivermectina em aves teve como principais objetivos confirmar a eficácia da dose recomendada no tratamento de endo e ectoparasitas, determinar os efeitos na reprodução (número de ovos, ovos brancos, morte embrionária e viabilidade de filhotes), além de fixar o que seria uma superdosagem prejudicial às aves.
Foram usados 36 casais de manons (Munia demonstica) em gaiolas separadas onde observou-se por 2 ninhadas os parâmetros reprodutivos acima indicados. Os dados foram anotados e logo após essas duas ninhadas. os casais foram divididos em quatro grupos para a administração da droga.
Grupo 1 - Controle injetado apenas propilenoglicol* (diluente)
Grupo 2 - Machos tratados com Ivomec
Grupo 3 - Fêmeas tratadas com Ivomec
Grupo 4 - Casal tratado com Ivomec
A aplicação foi feita na dose de 0,01 ml por kg de peso vivo (dose recomendada na literatura) por via intramuscular peitoral. Para conseguir um volume significativo para a aplicação houve necessidade de diluição do Ivomec em propilenoglicol. Observou-se a reprodução e na análise das ninhadas houve um aumento na produtividade (número de ovos e de filhotes) explicado pela desparasitação das aves.
A partir desta constatação começamos a aumentar as doses na ordem de 10 vezes para cada ninhada onde começaram a aparecer alterações reprodutivas como queda do número de ovos e/ou queda de fertilidade (ovos brancos).
Hoje o experimento continua e já está em uma dose bastante elevada sem apresentar sinais clínicos de efeitos nas aves, a não ser diminuição da reprodução.
III - Conclusões
1 - Confirmou-se a eficácia do Ivomec no tratamento de endo e ectoparasitas das aves ornamentais.
2 - Confirmou-se a dose recomendada e a ausência de efeitos colaterais tanto nas aves quanto na sua reprodução nessas condições.
3 - Confirmou-se o efeito prejudicial se usado em dose errada ou de forma continua.
4 - Em dosagens muito elevadas pode provocar convulsões, tremores, cegueira e até morte.
5 - É o medicamento de maior eficácia para o tratamento de ácaro de traquéia e com os resultados rápidos
6 - Pela dificuldade de diluição a campo, foram feitas algumas adaptações como colocar uma gota de seringa de insulina na musculatura do peito, ou usar a formulação Pour-on (azul) pingando no bico ou na nuca da ave.
7 - Seguindo essas formas de administração, não se consegue atingir doses prejudiciais podendo ser usado com segurança tanto para a ave quanto para a sua reprodução.
8 - O único cuidado deve ser com a época e a freqüência de administração do Ivomec, que deve ser determinada pelo veterinário responsável pelo plantel de acordo com a espécie, época de reprodução e grau de parasitismo.
IV - Considerações Finais
Esses dados foram extraídos de trabalho científico realizado por nós dentro da faculdade de Medicina Veterinária da USP e confirmados na prática em nossa criação situada no município de Batatais, São Paulo, onde tratamos diferenciadamente 3000 matrizes de 28 espécies de aves.
A rigor esta atitude não é condenável pelo fato de que naquela época e até mesmo hoje haver uma carência de medicamentos específicos para passeriformes. Essa prática pode e até deve continuar por facilitar o tratamento de nossas aves, porém, se algumas observações básicas não forem feitas, isso pode levar ao fracasso, o melhor plantel do mundo.
A ivermectina (Ivomec está no mercado desde 1981 e até hoje é um dos antiparasitários de maior sucesso no tratamento de endoparasitas (nematóides), ectoparasitas (ácaros e piolhos sugadores). Isto se deve por sua ação particular no sistema nervoso (GABA) dos parasitas, o que dificulta o aparecimento de resistências. Por essa capacidade de ação no sistema nervoso, começou-se a estudar uma possível ação, do fármaco no sistema nervoso dos hospedeiros (aves, bovinos, cães, etc.). detectando-se alguns efeitos colaterais em algumas raças de cães e também em animais que receberam superdosagem. Esses efeitos colaterais variam de incordenação motora e tremores transitórios, perda de fertilidade por algum tempo em mamíferos até mortes em alguns casos.
Devido à carência de estudos a respeito do uso e efeitos colaterais de ivermectina em aves, decidimos desenvolver um trabalho específico, em conjunto com o departamento de Farmacologia, Toxicologia e Patologia da USP, patrocinado pelo CNPq. Este trabalho ainda está em andamento sob os estudos da Dra. Camila G. Pontes (formanda da USP), e a cada nova fase, mais subsídios são somados aos resultados demonstrados a seguir:
II - Objetivos
A intenção de se tratar a ação e os possíveis efeitos colaterais da ivermectina em aves teve como principais objetivos confirmar a eficácia da dose recomendada no tratamento de endo e ectoparasitas, determinar os efeitos na reprodução (número de ovos, ovos brancos, morte embrionária e viabilidade de filhotes), além de fixar o que seria uma superdosagem prejudicial às aves.
Foram usados 36 casais de manons (Munia demonstica) em gaiolas separadas onde observou-se por 2 ninhadas os parâmetros reprodutivos acima indicados. Os dados foram anotados e logo após essas duas ninhadas. os casais foram divididos em quatro grupos para a administração da droga.
Grupo 1 - Controle injetado apenas propilenoglicol* (diluente)
Grupo 2 - Machos tratados com Ivomec
Grupo 3 - Fêmeas tratadas com Ivomec
Grupo 4 - Casal tratado com Ivomec
A aplicação foi feita na dose de 0,01 ml por kg de peso vivo (dose recomendada na literatura) por via intramuscular peitoral. Para conseguir um volume significativo para a aplicação houve necessidade de diluição do Ivomec em propilenoglicol. Observou-se a reprodução e na análise das ninhadas houve um aumento na produtividade (número de ovos e de filhotes) explicado pela desparasitação das aves.
A partir desta constatação começamos a aumentar as doses na ordem de 10 vezes para cada ninhada onde começaram a aparecer alterações reprodutivas como queda do número de ovos e/ou queda de fertilidade (ovos brancos).
Hoje o experimento continua e já está em uma dose bastante elevada sem apresentar sinais clínicos de efeitos nas aves, a não ser diminuição da reprodução.
III - Conclusões
1 - Confirmou-se a eficácia do Ivomec no tratamento de endo e ectoparasitas das aves ornamentais.
2 - Confirmou-se a dose recomendada e a ausência de efeitos colaterais tanto nas aves quanto na sua reprodução nessas condições.
3 - Confirmou-se o efeito prejudicial se usado em dose errada ou de forma continua.
4 - Em dosagens muito elevadas pode provocar convulsões, tremores, cegueira e até morte.
5 - É o medicamento de maior eficácia para o tratamento de ácaro de traquéia e com os resultados rápidos
6 - Pela dificuldade de diluição a campo, foram feitas algumas adaptações como colocar uma gota de seringa de insulina na musculatura do peito, ou usar a formulação Pour-on (azul) pingando no bico ou na nuca da ave.
7 - Seguindo essas formas de administração, não se consegue atingir doses prejudiciais podendo ser usado com segurança tanto para a ave quanto para a sua reprodução.
8 - O único cuidado deve ser com a época e a freqüência de administração do Ivomec, que deve ser determinada pelo veterinário responsável pelo plantel de acordo com a espécie, época de reprodução e grau de parasitismo.
IV - Considerações Finais
Esses dados foram extraídos de trabalho científico realizado por nós dentro da faculdade de Medicina Veterinária da USP e confirmados na prática em nossa criação situada no município de Batatais, São Paulo, onde tratamos diferenciadamente 3000 matrizes de 28 espécies de aves.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O CANÁRIO BRANCO
O canário branco subdivide-se em quatro espécies
Branco recessivo, Branco dominante, Albino e Albino dominante.
Brancos dominantes – Não é uma ave totalmente branca, apresenta uma incidência de lipocromo nas bordas das penas das asas, cauda e encontros.
Albinos dominantes – As mesmas características dos brancos dominantes, só que têm olhos vermelhos.
Albino – As mesmas características dos brancos recessivos, só que estas aves têm os olhos vermelhos.
Branco recessivo – Ave com uma brancura imaculada, normalmente é uma raça de canários que cria facilmente, logo que lhe sejam dadas as condições necessárias.
Escolha dos reprodutores – Em relação a esta característica, devemos ter o máximo cuidado em relação: plumagem, forma, brilho, cabeça, bico e olhos.
Plumagem – Evitar comprar aves com excesso de plumagem, devem comprar aves com uma plumagem bem aderente ao corpo .
Forma – Evitar comprar aves muito grandes, tentar comprar aves com uma boa forma no poleiro.
Brilho – Sabendo que o lipócromo é o item que corresponde a 55% da pontuação numa ficha de julgamento, temos de ter em conta este item. Logo quando adquirimos um canário branco, este convêm ser o mais branco possível.
Cabeça, bico e olhos - Evitar comprar uma ave que tenha a cabeça pequena e achatada, bico comprido, olhos mal centrados e pequenos.
Acasalamentos que eu mais aconselho:
Branco x Branco – Todos os descendentes são brancos. Os descendentes deste casal, cruzo-os no segundo ano com amarelo portador de branco.
Branco x Amarelo portador de branco – Descendentes amarelos portadores de branco e brancos recessivos .
Branco x Amarelo normal – Todos os descendentes são amarelos, alguns são portadores de branco.
Atenção – Nunca devemos cruzar duas aves com excesso de plumagem, pois os descendentes terão problemas de plumagem (aparecimento de quistos)
Preparação para as exposições
Todos os canários brancos (brancos recessivos, brancos dominantes, albinos e albinos dominantes), são aves que requerem cuidados especiais na sua preparação para os concursos. Pode ser um excelente pássaro, mas se não se apresentar totalmente limpo na altura do julgamento, nunca será um campeão. Estas aves necessitam de muito banho, para que a sua plumagem se apresente em óptimas condições na altura dos julgamentos. A sua preparação deve ser feita em gaiolas individuais, se possível com grades, e estas devem estar sempre bem limpas, tal como a gaiola. Caso não haja esse cuidado, é difícil manter o canário limpo.
Branco recessivo, Branco dominante, Albino e Albino dominante.
Brancos dominantes – Não é uma ave totalmente branca, apresenta uma incidência de lipocromo nas bordas das penas das asas, cauda e encontros.
Albinos dominantes – As mesmas características dos brancos dominantes, só que têm olhos vermelhos.
Albino – As mesmas características dos brancos recessivos, só que estas aves têm os olhos vermelhos.
Branco recessivo – Ave com uma brancura imaculada, normalmente é uma raça de canários que cria facilmente, logo que lhe sejam dadas as condições necessárias.
Escolha dos reprodutores – Em relação a esta característica, devemos ter o máximo cuidado em relação: plumagem, forma, brilho, cabeça, bico e olhos.
Plumagem – Evitar comprar aves com excesso de plumagem, devem comprar aves com uma plumagem bem aderente ao corpo .
Forma – Evitar comprar aves muito grandes, tentar comprar aves com uma boa forma no poleiro.
Brilho – Sabendo que o lipócromo é o item que corresponde a 55% da pontuação numa ficha de julgamento, temos de ter em conta este item. Logo quando adquirimos um canário branco, este convêm ser o mais branco possível.
Cabeça, bico e olhos - Evitar comprar uma ave que tenha a cabeça pequena e achatada, bico comprido, olhos mal centrados e pequenos.
Acasalamentos que eu mais aconselho:
Branco x Branco – Todos os descendentes são brancos. Os descendentes deste casal, cruzo-os no segundo ano com amarelo portador de branco.
Branco x Amarelo portador de branco – Descendentes amarelos portadores de branco e brancos recessivos .
Branco x Amarelo normal – Todos os descendentes são amarelos, alguns são portadores de branco.
Atenção – Nunca devemos cruzar duas aves com excesso de plumagem, pois os descendentes terão problemas de plumagem (aparecimento de quistos)
Preparação para as exposições
Todos os canários brancos (brancos recessivos, brancos dominantes, albinos e albinos dominantes), são aves que requerem cuidados especiais na sua preparação para os concursos. Pode ser um excelente pássaro, mas se não se apresentar totalmente limpo na altura do julgamento, nunca será um campeão. Estas aves necessitam de muito banho, para que a sua plumagem se apresente em óptimas condições na altura dos julgamentos. A sua preparação deve ser feita em gaiolas individuais, se possível com grades, e estas devem estar sempre bem limpas, tal como a gaiola. Caso não haja esse cuidado, é difícil manter o canário limpo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
SEPARAÇÃO DOS FILHOS
"Este artigo tem a intenção de mostrar mais um método de separação dos filhotes, sem que você tenha os conhecidos problemas quando este momento chega.
Os principais problemas a que me refiro são os constantes ataques dos pais contra seus filhotes, ou uma separação precoce que não permite que os filhotes aprendam a comer as sementes corretamente, muitas vezes levando-os à morte, ou nos obrigando a alimenta-los manualmente.
O método a que me refiro é a retirada da fêmea da gaiola de criação colocando-a em outra gaiola, quando os primeiros filhotes estão entre o 30 e o 35 dia de vida.
Deixe apenas o macho na gaiola, para que ele termine o trabalho de alimentar e ensinar os seus filhotes.
Após 10 dias aproximadamente você poderá separar todos os filhotes, sem que os mesmos tenham sido atacados e comendo normalmente.
Logo em seguida retorne a fêmea para a gaiola.
Você verá que em função do pequeno período que o casal esteve separado, logo lembrarão um do outro como se não tivessem sido divididos.
Assim que aprendi a utilizar a inseminação artificial, e conseqüentemente aprendi a retirar o esperma dos machos, utilizo-me deste método para avaliar a produção de esperma dos machos que estão na gaiola de criação.
Descobri que os machos deixam de produzir esperma logo que seus filhotes nascem, e continuam sem produzi-lo até que seu trabalho de alimentação e educação dos filhotes esteja terminado.
Acredito que desta forma os machos perdem a sua virilidade, facilitando o seu trabalho, ajudando a fêmea a cuidar de seus filhotes.
Como sabemos, quando os filhotes começam a deixar o ninho e às vezes até antes, a fêmea começa a se preparar para novo postura de ovos.
É nesse período que os maiores problemas aparecem.
Os filhotes normalmente são expulsos do ninho pela fêmea e alguns machos começam a produção de esperma novamente, passando a atacar seus filhotes como vemos o macho tentando galar alguns de seus filhotes.
Já outros machos continuam sem produzir esperma, cuidando de seus filhotes, porém, infelizmente não conseguindo encher os primeiros ovos postos pela fêmea.
Se separarmos a fêmea como eu proponho, ela poderá descansar durante estes 10 dias, enquanto o macho cuida dos filhotes.
Quando ela retorna para a gaiola, os filhotes já não estão mais lá, e o macho poderá tranqüilamente cortejar a fêmea se prepara para nova postura. A postura deverá começar dentro de 10 dias e quase sempre com os primeiros ovos fertilizados."
Os principais problemas a que me refiro são os constantes ataques dos pais contra seus filhotes, ou uma separação precoce que não permite que os filhotes aprendam a comer as sementes corretamente, muitas vezes levando-os à morte, ou nos obrigando a alimenta-los manualmente.
O método a que me refiro é a retirada da fêmea da gaiola de criação colocando-a em outra gaiola, quando os primeiros filhotes estão entre o 30 e o 35 dia de vida.
Deixe apenas o macho na gaiola, para que ele termine o trabalho de alimentar e ensinar os seus filhotes.
Após 10 dias aproximadamente você poderá separar todos os filhotes, sem que os mesmos tenham sido atacados e comendo normalmente.
Logo em seguida retorne a fêmea para a gaiola.
Você verá que em função do pequeno período que o casal esteve separado, logo lembrarão um do outro como se não tivessem sido divididos.
Assim que aprendi a utilizar a inseminação artificial, e conseqüentemente aprendi a retirar o esperma dos machos, utilizo-me deste método para avaliar a produção de esperma dos machos que estão na gaiola de criação.
Descobri que os machos deixam de produzir esperma logo que seus filhotes nascem, e continuam sem produzi-lo até que seu trabalho de alimentação e educação dos filhotes esteja terminado.
Acredito que desta forma os machos perdem a sua virilidade, facilitando o seu trabalho, ajudando a fêmea a cuidar de seus filhotes.
Como sabemos, quando os filhotes começam a deixar o ninho e às vezes até antes, a fêmea começa a se preparar para novo postura de ovos.
É nesse período que os maiores problemas aparecem.
Os filhotes normalmente são expulsos do ninho pela fêmea e alguns machos começam a produção de esperma novamente, passando a atacar seus filhotes como vemos o macho tentando galar alguns de seus filhotes.
Já outros machos continuam sem produzir esperma, cuidando de seus filhotes, porém, infelizmente não conseguindo encher os primeiros ovos postos pela fêmea.
Se separarmos a fêmea como eu proponho, ela poderá descansar durante estes 10 dias, enquanto o macho cuida dos filhotes.
Quando ela retorna para a gaiola, os filhotes já não estão mais lá, e o macho poderá tranqüilamente cortejar a fêmea se prepara para nova postura. A postura deverá começar dentro de 10 dias e quase sempre com os primeiros ovos fertilizados."
O QUE É A TAL DOENÇA DA FACA
A doença da faca é uma denominação usada para descrever a perda de peso, geralmente devido a uma situação de doença. Esta situação ocorre quando as aves utilizam a proteina do músculo peitoral (o maior que possuem) para produzir energia. Ao consumirem o músculo este perde tamanho, tornando o osso do peito (quilha) mais saliente o que se nota facilmente
A maioria das aves doentes perde peso simplesmente porque têm que consumir tecido muscular para produzir a energia necessária para se manterem vivas. Por isso, a doença da faca é realmente um sintoma - não uma doença. Embora possa ter várias origens, normalmente está associado a doenças crónicas ou sub-clinicas que podem afectar a ave durante longos periodos sem que esta manifeste sintomas particularmente visiveis. Em canários e exóticos a causa mais comum é um parasita protozoário – coccidiose. Em psitacídeos pode ainda ser causada por alguns protozoários (Tricomonas) ou Megabacteria.
Sendo a causa mais comum a coccidiose, esta é o assunto deste artigo.
Causas :
Os coccídeos são um parasita muito comum no sistema digestivo das aves. Ocorrem em diversas espécies incluindo galináceos e columbídeos. Não é tão comum na maioria das espécies de psitacídeos. As aves adultas toleram relativamente bem a presença de coccideos, criando um equlibrio com o sistema imunitário. As aves mais jovens estão, contudo, muito vulneráveis porque o seu sistema imunitário não consegue nesta fase criar uma resistência eficaz a estes parasitas.
Nas crias, é frequente encontrar infecções mais generalizadas, observando-se que o parasita parece conseguir sair do intestino e atingir a corrente sanguinea com alguma facilidade. Os orgãos mais afectados nestas situação são o figado e o baço (que se apresentam visivelmente dilatados na necrópsia). Enquanto ainda existir figado saudável, uma vez adquirida maior resistência imunitária as aves continuam a crescer e desenvolver-se normalmente. Mas se as lesões são demasiado extensas (normalmente acontece entre as 6-8 semanas) a ave começa a manifestar diversos problemas e acaba quase sempre por morrer. Nestes casos, o comportamento tipico é uma ave embolada, que se desloca quase sempre no chão e come muito mais que o normal, passando grande parte do dia nos comedouros. Mesmo assim acaba por perder peso e morrer.
Um dos grandes problemas desta doença é precisamente o efeito tardio, já que aquilo que parece uma postura normal pode tornar-se num desastre e ser de repente arruinada após a separação das crias, sem que seja possível recuperar a maioria das aves.
Existem duas formas de combater esta doença. Tratar as aves adultas com medicação apropriada antes das crias nascerem, reduz o nivel de infecção das crias e é uma forma bastante eficaz de prevenir e controlar a doença. Para este efeito podem ser usados diversos medicamentos especificos. No caso de serem administrados medicamentos baseados em sulfas, deve ser dada especial atenção a problemas de infertilidade.
A aproximação mais moderna envolve atacar os parasitas e estimular o sistema imunitário das crias com nutrimentos naturais. Os extractos de ervas Flourish têm demonstrado uma grande eficácia nestas situações com relatórios muito positivos de diversos criadores. Flourish está incorporado em todas as papas enriquecidas FEAST, bem como no suplemento de reprodução ProBoost SuperMax. Também está disponível de forma isolada para um estimulo adicional de saúde sempre que necessário.
A maioria das aves doentes perde peso simplesmente porque têm que consumir tecido muscular para produzir a energia necessária para se manterem vivas. Por isso, a doença da faca é realmente um sintoma - não uma doença. Embora possa ter várias origens, normalmente está associado a doenças crónicas ou sub-clinicas que podem afectar a ave durante longos periodos sem que esta manifeste sintomas particularmente visiveis. Em canários e exóticos a causa mais comum é um parasita protozoário – coccidiose. Em psitacídeos pode ainda ser causada por alguns protozoários (Tricomonas) ou Megabacteria.
Sendo a causa mais comum a coccidiose, esta é o assunto deste artigo.
Causas :
Os coccídeos são um parasita muito comum no sistema digestivo das aves. Ocorrem em diversas espécies incluindo galináceos e columbídeos. Não é tão comum na maioria das espécies de psitacídeos. As aves adultas toleram relativamente bem a presença de coccideos, criando um equlibrio com o sistema imunitário. As aves mais jovens estão, contudo, muito vulneráveis porque o seu sistema imunitário não consegue nesta fase criar uma resistência eficaz a estes parasitas.
Nas crias, é frequente encontrar infecções mais generalizadas, observando-se que o parasita parece conseguir sair do intestino e atingir a corrente sanguinea com alguma facilidade. Os orgãos mais afectados nestas situação são o figado e o baço (que se apresentam visivelmente dilatados na necrópsia). Enquanto ainda existir figado saudável, uma vez adquirida maior resistência imunitária as aves continuam a crescer e desenvolver-se normalmente. Mas se as lesões são demasiado extensas (normalmente acontece entre as 6-8 semanas) a ave começa a manifestar diversos problemas e acaba quase sempre por morrer. Nestes casos, o comportamento tipico é uma ave embolada, que se desloca quase sempre no chão e come muito mais que o normal, passando grande parte do dia nos comedouros. Mesmo assim acaba por perder peso e morrer.
Um dos grandes problemas desta doença é precisamente o efeito tardio, já que aquilo que parece uma postura normal pode tornar-se num desastre e ser de repente arruinada após a separação das crias, sem que seja possível recuperar a maioria das aves.
Existem duas formas de combater esta doença. Tratar as aves adultas com medicação apropriada antes das crias nascerem, reduz o nivel de infecção das crias e é uma forma bastante eficaz de prevenir e controlar a doença. Para este efeito podem ser usados diversos medicamentos especificos. No caso de serem administrados medicamentos baseados em sulfas, deve ser dada especial atenção a problemas de infertilidade.
A aproximação mais moderna envolve atacar os parasitas e estimular o sistema imunitário das crias com nutrimentos naturais. Os extractos de ervas Flourish têm demonstrado uma grande eficácia nestas situações com relatórios muito positivos de diversos criadores. Flourish está incorporado em todas as papas enriquecidas FEAST, bem como no suplemento de reprodução ProBoost SuperMax. Também está disponível de forma isolada para um estimulo adicional de saúde sempre que necessário.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
COMO DEVEMOS FORMAR OS NOSSOS CASAIS
Ao iniciarmos uma criação de canários de cor, as primeiras regras de acaslamentos que aprendemos são: CANÁRIO INTENSO X CANÁRIO NEVADO
CANÁRIOS MOSAICO X CANÁRIO MOSAICO
Porém, ao formarmos os casais, obedecendo tão somente as regras acima, não necessariamente estamos a acertar.
Temos que analisar cada canário por outras características, entre elas o tamanho das penas.
Normalmente um canário de cor INTENSO, possui penas curtas ou médias, quase nunca longas, e se as tiver, tenderá a ser um canário mau, pois estas tendem a nevar ou terem "schimel".
Já um canário de cor, NEVADO, possui penas médias ou longas, caso seja de penas curtas perde boa parte de suas características.
Os melhores canários que tenho visto, quanto ao TAMANHO e FORMA, são os canários de PENAS MÉDIAS.
Quando a COR, os canários INTENSOS de penas curtas apresentam maior concentração de cor e marcação, porém perdem em tamanho e forma, isto não ocorrendo nos canários nevados, que quando de penas médias, apresentam melhor marcação.
Ideal seria um canário INTENSO de PENAS MÉDIAS com a concentração de cor de um canário de pena curta.
Isto leva-me a crer que devemos procurar criar canários de PENAS MÉDIAS, tanto para INTENSOS como para NEVADOS.
Vulgarmente ouço e inclusive já fiz estas duas junções: "COMPREI UM CASAL PERFEITO (tamanho, cor, forma) E SÓ CRIEI CANÁRIOS MÉDIOS OU RUINS" ou "CANÁRIOS CAMPEÃO DIFICILMENTE GERA FILHOS CAMPEÕES".
Vou tentar explicar porque isto geralmente é uma verdade:
Como se trata de canários perfeitos, estes geralmente são de PENAS MÉDIAS, e ao cruzarmos dois canários de PENAS MÉDIAS, teremos a tendência de aumentarmos o tamanho e volume de suas penas e, por conseguinte, perdermos marcação, mesmo nos nevados.
Voltando a regra básica de cruzamento: INTENSO X NEVADO, estamos na realidade querendo dizer: PENA CURTA X PENA LONGA, pois deste cruzamento surgem em maior quantidade os tão desejados canários PENAS MÉDIAS.
Hoje os criadores procuram criar canários para concurso e canários para reprodutores, visando os canários PENAS MÉDIAS para concurso e os PENAS CURTAS e LONGAS para reprodutores.
Por este enfoque chegamos a conclusão que nem sempre o canário perfeito aos nossos olhos, são os melhores para o nosso plantel.
Com os MOSAICOS, incorremos em erro com maior facilidade, pois como não existe classificação de cor em INTENSOS e NEVADOS, passa-nos desapercebido tal fato.
Devemos nos MOSAICOS seguir a mesma regra (penas curtas x penas longas) que utilizamos para os intenso e nevados.
Vários outros aspectos devem ser analisados ao formarmos nossos casais.
CANÁRIOS MOSAICO X CANÁRIO MOSAICO
Porém, ao formarmos os casais, obedecendo tão somente as regras acima, não necessariamente estamos a acertar.
Temos que analisar cada canário por outras características, entre elas o tamanho das penas.
Normalmente um canário de cor INTENSO, possui penas curtas ou médias, quase nunca longas, e se as tiver, tenderá a ser um canário mau, pois estas tendem a nevar ou terem "schimel".
Já um canário de cor, NEVADO, possui penas médias ou longas, caso seja de penas curtas perde boa parte de suas características.
Os melhores canários que tenho visto, quanto ao TAMANHO e FORMA, são os canários de PENAS MÉDIAS.
Quando a COR, os canários INTENSOS de penas curtas apresentam maior concentração de cor e marcação, porém perdem em tamanho e forma, isto não ocorrendo nos canários nevados, que quando de penas médias, apresentam melhor marcação.
Ideal seria um canário INTENSO de PENAS MÉDIAS com a concentração de cor de um canário de pena curta.
Isto leva-me a crer que devemos procurar criar canários de PENAS MÉDIAS, tanto para INTENSOS como para NEVADOS.
Vulgarmente ouço e inclusive já fiz estas duas junções: "COMPREI UM CASAL PERFEITO (tamanho, cor, forma) E SÓ CRIEI CANÁRIOS MÉDIOS OU RUINS" ou "CANÁRIOS CAMPEÃO DIFICILMENTE GERA FILHOS CAMPEÕES".
Vou tentar explicar porque isto geralmente é uma verdade:
Como se trata de canários perfeitos, estes geralmente são de PENAS MÉDIAS, e ao cruzarmos dois canários de PENAS MÉDIAS, teremos a tendência de aumentarmos o tamanho e volume de suas penas e, por conseguinte, perdermos marcação, mesmo nos nevados.
Voltando a regra básica de cruzamento: INTENSO X NEVADO, estamos na realidade querendo dizer: PENA CURTA X PENA LONGA, pois deste cruzamento surgem em maior quantidade os tão desejados canários PENAS MÉDIAS.
Hoje os criadores procuram criar canários para concurso e canários para reprodutores, visando os canários PENAS MÉDIAS para concurso e os PENAS CURTAS e LONGAS para reprodutores.
Por este enfoque chegamos a conclusão que nem sempre o canário perfeito aos nossos olhos, são os melhores para o nosso plantel.
Com os MOSAICOS, incorremos em erro com maior facilidade, pois como não existe classificação de cor em INTENSOS e NEVADOS, passa-nos desapercebido tal fato.
Devemos nos MOSAICOS seguir a mesma regra (penas curtas x penas longas) que utilizamos para os intenso e nevados.
Vários outros aspectos devem ser analisados ao formarmos nossos casais.
ESCOLHER OS REPRODUTORES
"Uma boa ave reprodutora é aquela que possui carga genética para reprodução herdada dos pais.
Deve desenvolver a estrutura fisiológica viável para reprodução, desde a formação física geral, como também o desenvolvimento de todas as etapas de evolução de órgãos, das hormonas e do comportamento para a perpetuação da espécie, e por sua vez, destas características.
Devemos escolher machos reprodutores de boas fêmeas para cruzar com fêmeas reprodutoras de boas fêmeas.
Machos reprodutores de bons machos, para cruzar com fêmeas reprodutoras de bons machos.
Ou seja, as características de pai e mãe interferem tanto nos filhotes machos, quanto nos filhotes fêmeas.
Para uma ave ser um bom reprodutor tem que ter atingido a maturidade sexual, na qual os órgãos reprodutores e o sistema endócrino (órgãos e glândulas produtores de hormonas) estão em plena atividade.
Estas aves devem ter características genéticas e hereditárias boas, as quais expressam em seu fenótipo e comportamento reprodutivo seu potencial de reprodução.
Através do registro da árvore genealógica, ou seja, heranças genéticas dos antepassados, podemos ter maior precisão na escolha dos reprodutores.
Algumas espécies possuem padrões físicos que influenciam na escolha e seleçăo dos reprodutores.
Como é o exemplo das cores dos canários dos agapornís, das calopsitas, o canto dos curiós e bicudos, trinca-ferro, etc.
A partir do momento que todos os criadores de aves fizerem o controle destas características, será muito mais seguro e certo adquirir um reprodutor.
Esta análise e registros auxiliam na dinamização da criação e controle geral.
Devemos evitar cruzamentos com aves portadoras de fatores letais, ou deformidades genéticas conhecidas, ou mesmo a consanguinidade (cruzamento entre parentes).
As possibilidades de ser gerado um embrião com deformidades aumentam, podendo mesmo ocorrer morte embrionária durante alguma fase da incubação.
Adultos reprodutores saudáveis e bem alimentados e nutridos, geram ovos saudáveis para sustentação do embrião e do filhote na sua primeira semana de vida.
As fêmeas resistentes ás doenças, submetidas a controle de contaminação de parasitas, imunizadas com vacinações nas datas corretas, vivendo em ambiente com higiene, geram anticorpos que serão transmitidos através do ovo para o filhote.
Estes anticorpos, protegem o filhote até que seja imuno-independente, ou seja capaz de gerar sua própria imunidades.
Poderemos ter a morte do embrião na incubação, causada por vários motivos isolados ou associados, que no caso podem ser: contaminação da incubadora, ou mesmo da fêmea que choca, erros na incubação (oscilações de temperatura, erros de viragem, erros no controle da humidade); qualidade do ovo (níveis nutricionais pobres da gema, ausência de anticorpos maternos suficientes); somados a contaminação e falta de higiene ambiental.
A natureza é sábia, pois uma ave com problemas físicos, geralmente não sobrevive, muito menos se reproduz.
O homem favorece, muitas vezes, esta sobrevivência e multiplicação, podendo se tornar uma característica negativa para a espécie.
Toda a regra tem sua exceção, pois nem todas as características negativas impedem a reprodução da ave. "
Deve desenvolver a estrutura fisiológica viável para reprodução, desde a formação física geral, como também o desenvolvimento de todas as etapas de evolução de órgãos, das hormonas e do comportamento para a perpetuação da espécie, e por sua vez, destas características.
Devemos escolher machos reprodutores de boas fêmeas para cruzar com fêmeas reprodutoras de boas fêmeas.
Machos reprodutores de bons machos, para cruzar com fêmeas reprodutoras de bons machos.
Ou seja, as características de pai e mãe interferem tanto nos filhotes machos, quanto nos filhotes fêmeas.
Para uma ave ser um bom reprodutor tem que ter atingido a maturidade sexual, na qual os órgãos reprodutores e o sistema endócrino (órgãos e glândulas produtores de hormonas) estão em plena atividade.
Estas aves devem ter características genéticas e hereditárias boas, as quais expressam em seu fenótipo e comportamento reprodutivo seu potencial de reprodução.
Através do registro da árvore genealógica, ou seja, heranças genéticas dos antepassados, podemos ter maior precisão na escolha dos reprodutores.
Algumas espécies possuem padrões físicos que influenciam na escolha e seleçăo dos reprodutores.
Como é o exemplo das cores dos canários dos agapornís, das calopsitas, o canto dos curiós e bicudos, trinca-ferro, etc.
A partir do momento que todos os criadores de aves fizerem o controle destas características, será muito mais seguro e certo adquirir um reprodutor.
Esta análise e registros auxiliam na dinamização da criação e controle geral.
Devemos evitar cruzamentos com aves portadoras de fatores letais, ou deformidades genéticas conhecidas, ou mesmo a consanguinidade (cruzamento entre parentes).
As possibilidades de ser gerado um embrião com deformidades aumentam, podendo mesmo ocorrer morte embrionária durante alguma fase da incubação.
Adultos reprodutores saudáveis e bem alimentados e nutridos, geram ovos saudáveis para sustentação do embrião e do filhote na sua primeira semana de vida.
As fêmeas resistentes ás doenças, submetidas a controle de contaminação de parasitas, imunizadas com vacinações nas datas corretas, vivendo em ambiente com higiene, geram anticorpos que serão transmitidos através do ovo para o filhote.
Estes anticorpos, protegem o filhote até que seja imuno-independente, ou seja capaz de gerar sua própria imunidades.
Poderemos ter a morte do embrião na incubação, causada por vários motivos isolados ou associados, que no caso podem ser: contaminação da incubadora, ou mesmo da fêmea que choca, erros na incubação (oscilações de temperatura, erros de viragem, erros no controle da humidade); qualidade do ovo (níveis nutricionais pobres da gema, ausência de anticorpos maternos suficientes); somados a contaminação e falta de higiene ambiental.
A natureza é sábia, pois uma ave com problemas físicos, geralmente não sobrevive, muito menos se reproduz.
O homem favorece, muitas vezes, esta sobrevivência e multiplicação, podendo se tornar uma característica negativa para a espécie.
Toda a regra tem sua exceção, pois nem todas as características negativas impedem a reprodução da ave. "
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